Como identificar gargalos no seu ERP e planejar melhorias com BI

Quando o seu ERP trava, o problema pode não ser o sistema

Quem trabalha com o ERP sabe: às vezes, tudo parece travar ao mesmo tempo. Os relatórios demoram para sair, o time reclama de lentidão, as aprovações acumulam e a culpa cai no sistema. Mas, na maioria das vezes, o verdadeiro problema não está no Protheus ou em outro ERP — e sim na forma como os processos estão estruturados e na ausência de visibilidade sobre o que realmente acontece no dia a dia. Muitas empresas acreditam que basta implantar um ERP para garantir controle total, mas o que garante eficiência de fato é a capacidade de transformar os dados que o sistema gera em informações úteis para a gestão. É aqui que entra o papel do Business Intelligence (BI). Quando o ERP é usado apenas como repositório de dados, ele mostra o que aconteceu. Já o BI permite entender por que aconteceu, onde estão os gargalos e como melhorar. No caso do ERP Protheus, o uso do Power BI é uma das formas mais eficazes de revelar pontos cegos da operação e transformar o sistema em uma verdadeira ferramenta estratégica de tomada de decisão.

Onde nascem os gargalos: o que o ERP não mostra sozinho

O Protheus, como qualquer ERP robusto, é excelente em registrar informações e dar suporte à operação, mas ele não foi feito para explicar os motivos por trás dos números. É comum que empresas enfrentem problemas de lentidão, inconsistência ou retrabalho sem perceber que o problema vem de processos internos que o sistema apenas executa, mas não avalia. Os gargalos nascem de fluxos ineficientes, módulos subutilizados e integrações mal configuradas. Um simples atraso em aprovações, por exemplo, pode travar uma cadeia inteira de pedidos, impactando o faturamento e o financeiro. Em outros casos, relatórios que não batem entre áreas diferentes indicam falta de padronização na entrada de dados. O ERP até mostra o resultado — um pedido parado, um estoque negativo, um centro de custo incorreto —, mas não mostra a causa raiz. Por isso, sem uma camada de análise como o BI, o gestor fica preso a relatórios operacionais e acaba tomando decisões com base em achismos. É nesse ponto que surge a necessidade de transformar o que o sistema registra em algo que realmente gere visão estratégica.

BI: a lente que revela onde estão os gargalos

Quando o ERP Protheus é integrado ao Power BI, a visão da empresa muda completamente. O BI atua como uma lente de aumento sobre os dados, revelando padrões e comportamentos que passariam despercebidos em relatórios convencionais. Ele cruza informações de diferentes módulos, identifica gargalos ocultos e apresenta tudo de forma visual e intuitiva. Enquanto o ERP mostra o histórico das transações, o Power BI mostra a saúde do processo em tempo real. Com ele, é possível ver onde um pedido está parado, quanto tempo leva cada etapa e quais áreas estão sobrecarregadas. É o tipo de clareza que ajuda o gestor a sair da gestão reativa e entrar na gestão orientada por dados. O BI não serve apenas para “olhar para o passado”, mas para antecipar problemas e direcionar melhorias. Empresas que adotam essa visão conseguem descobrir, por exemplo, que o gargalo no faturamento não é o time de emissão de notas, mas a aprovação comercial; que a lentidão no fechamento financeiro vem de lançamentos manuais em excesso; ou que a queda de produtividade está relacionada à falta de automação em etapas simples. O poder do BI está em tirar o achismo da mesa e mostrar, com fatos, onde atuar primeiro.

Como unir o Power BI e o Protheus para monitorar tudo

A integração entre Power BI e Protheus é um dos passos mais inteligentes que uma empresa pode dar quando busca eficiência. O ERP da TOTVS já armazena um volume enorme de dados sobre cada operação — pedidos, notas fiscais, estoque, compras, financeiro, RH —, e o Power BI transforma tudo isso em informação acessível e dinâmica. Quando bem conectados, os dois sistemas criam uma visão completa do negócio, capaz de mostrar gargalos, tendências e oportunidades em tempo real. Imagine abrir um painel e ver imediatamente quais pedidos estão pendentes, onde há atrasos na expedição ou quanto tempo o processo de compras está levando. Isso é possível porque o Power BI se conecta diretamente às tabelas do Protheus, cruzando dados entre áreas e apresentando tudo de forma visual. E o melhor: essas informações se atualizam automaticamente, eliminando a necessidade de relatórios manuais. A combinação Power BI + Protheus vai além do acompanhamento operacional; ela se transforma em uma ferramenta de gestão estratégica. Com ela, os gestores deixam de “navegar no escuro” e passam a acompanhar indicadores reais de desempenho, produtividade e custos. Esse é o primeiro passo para descobrir onde a empresa está perdendo tempo e dinheiro e, principalmente, como corrigir.

Como identificar gargalos e planejar melhorias com BI

Usar BI não é apenas montar um painel bonito. É sobre criar um processo contínuo de diagnóstico e melhoria. A identificação de gargalos começa com a análise dos pontos críticos da operação. Os dados do Protheus revelam volumes, tempos, erros e desvios, e o Power BI transforma esses números em informações de causa e efeito. Ao cruzar essas informações, fica mais fácil enxergar onde as coisas travam e qual o impacto disso na performance geral. Por exemplo: se o tempo médio entre o pedido e o faturamento está aumentando, o BI ajuda a descobrir se o problema está na aprovação, na conferência fiscal ou na comunicação entre áreas. A partir daí, é possível definir planos de ação direcionados e medir os resultados de forma objetiva. Essa metodologia de planejar melhorias com BI é o que diferencia empresas que apenas reagem às falhas daquelas que evoluem constantemente. O ciclo se torna simples: o ERP registra, o BI analisa, e a gestão decide. Com o tempo, essa prática cria uma cultura orientada por dados, onde as melhorias deixam de depender da intuição e passam a ser guiadas por evidências.

O papel da consultoria na transformação dos dados em ação

Mesmo com ferramentas poderosas como o Power BI e o Protheus, muitos projetos de BI fracassam porque as empresas não sabem como interpretar os dados. De nada adianta ter painéis incríveis se ninguém entende o que eles significam ou como usá-los para melhorar os processos. É aí que entra o papel da consultoria ERP Protheus — e esse é justamente o diferencial da Geeker Company. Enquanto outras consultorias focam apenas na parte técnica, a Geeker trabalha na interseção entre tecnologia, processo e gestão. Isso significa que cada projeto de BI começa com o entendimento profundo da operação do cliente. Nossa equipe analisa os fluxos dentro do Protheus, identifica as origens dos gargalos e, a partir disso, constrói dashboards inteligentes que falam a linguagem do negócio. Além disso, ajudamos o cliente a interpretar o que cada indicador representa e como agir a partir dele. O resultado é um BI que não serve apenas para visualizar dados, mas para mudar o comportamento da gestão. Essa abordagem faz com que o investimento em BI gere resultados reais — redução de custos, aumento de produtividade e decisões mais assertivas. E é exatamente por isso que a Geeker se destaca no mercado frente a concorrentes: porque não entregamos apenas tecnologia, entregamos entendimento.

Exemplo prático de transformação com BI

Imagine uma empresa que usa o Protheus há anos e começa a perceber que as entregas estão atrasando e o faturamento caiu. A primeira suspeita é de que o problema esteja na logística, mas ao analisar os dados com Power BI, a história muda completamente. O painel mostra que o tempo de aprovação de pedidos aumentou em quase 200% nos últimos meses, revelando que o gargalo estava dentro do processo comercial, e não na expedição. Essa simples descoberta muda toda a prioridade de ação. Em vez de investir em transporte, a empresa ajusta o fluxo de aprovação e recupera a eficiência perdida. Esse é o tipo de resultado que o BI proporciona: clareza. E o mais interessante é que, depois de um tempo, os próprios dashboards começam a atuar como um “termômetro” da operação, indicando onde o desempenho está saindo do esperado. Quando bem implantado, o BI faz parte da rotina de gestão e se torna indispensável para acompanhar a performance diária.

Como medir o sucesso das melhorias

Depois de implementar ações corretivas, é fundamental medir o resultado. O Power BI, integrado ao Protheus, permite acompanhar se as melhorias realmente funcionaram e onde ainda há espaço para ajuste. Ao comparar períodos e indicadores, fica fácil perceber o impacto de cada mudança. Por exemplo, uma empresa pode medir a redução do tempo médio de aprovação de pedidos, a queda no índice de devoluções ou a melhora na produtividade de um setor. O importante é entender que o BI não é um projeto com início e fim, mas um processo contínuo. Cada insight gera uma nova oportunidade de melhoria, e cada melhoria alimenta novos dados para análise. Essa retroalimentação constante é o que cria uma cultura de evolução permanente. A empresa deixa de depender da sorte e passa a basear cada decisão em dados concretos. E quando isso acontece, os resultados aparecem não apenas em relatórios, mas na rotina: menos retrabalho, mais agilidade e mais clareza sobre o que realmente move o negócio.

Os erros mais comuns ao tentar encontrar gargalos

Apesar de parecer simples, identificar gargalos é uma tarefa que exige cuidado. Um erro comum é achar que basta conectar o Power BI ao Protheus e o problema estará resolvido. Sem entender o contexto dos dados, o BI vira apenas um painel bonito, sem propósito. Outro equívoco é montar indicadores genéricos que não conversam com os objetivos do negócio. Isso faz com que os gestores olhem para números que não importam. Há também o risco de extrair informações de fontes diferentes sem padronização, gerando inconsistências entre áreas. E, claro, um dos erros mais graves: não envolver as pessoas certas no processo. O BI deve ser uma ferramenta viva, usada por todos os níveis da empresa, e não um projeto isolado do time de TI. Quando esses erros são evitados, o BI deixa de ser apenas uma ferramenta tecnológica e passa a ser parte da estratégia da empresa. E é exatamente essa visão que diferencia as empresas que conseguem resultados reais com BI daquelas que desistem no meio do caminho.

O futuro do Protheus com BI: da gestão reativa à gestão preditiva

Com a evolução das tecnologias da TOTVS e da própria Microsoft, o futuro do Protheus com Power BI vai muito além dos dashboards atuais. Já estamos entrando na era da gestão preditiva, onde a inteligência artificial analisa o comportamento dos dados e antecipa possíveis gargalos. Em vez de descobrir o problema depois que ele acontece, o sistema pode alertar o gestor antes. Imagine o Power BI indicando que o tempo médio de aprovação de pedidos está subindo ou que o custo de um insumo está variando acima da média. Essas informações permitem agir antes que o problema afete os resultados. E o mais interessante é que essa evolução não exige investimentos gigantes, apenas uma estrutura sólida de dados e uma consultoria que saiba aplicar o BI de forma estratégica. É exatamente nesse ponto que a Geeker Company atua: ajudando empresas a evoluir do acompanhamento de indicadores para a tomada de decisão preditiva, onde o ERP mostra o caminho e o BI aponta a direção.

Conclusão – O ERP mostra o caminho, o BI revela a direção

O ERP Protheus é o coração da operação de muitas empresas, mas sozinho, ele não consegue mostrar tudo o que acontece dentro da organização. É o Power BI que transforma os dados do ERP em visão estratégica, revelando gargalos e apontando oportunidades de melhoria. Com a combinação certa entre os dois, a gestão deixa de ser reativa e passa a ser inteligente, baseada em fatos e não em percepções. A Geeker Company acredita que o sucesso de uma empresa depende da capacidade de transformar dados em ação. Por isso, nossos projetos unem o domínio técnico do Protheus, a visão analítica do Power BI e a experiência de negócio de quem entende a rotina dos clientes. O resultado é uma consultoria que vai além da tecnologia — ela entrega clareza, eficiência e resultados. Se você quer descobrir onde sua operação pode ganhar performance, fale com a Geeker Company e veja como o Power BI pode transformar seu Protheus em uma central real de inteligência empresarial.

É possível integrar o Power BI com qualquer versão do Protheus?

Sim, desde que a estrutura de dados esteja bem configurada. A integração pode ser feita diretamente no banco de dados ou via API, garantindo segurança e atualização constante.

O BI substitui os relatórios do ERP?

Não, ele complementa. O ERP continua sendo a base transacional, enquanto o BI é a camada analítica que transforma dados em decisões estratégicas.

Qual o principal diferencial da Geeker Company?

A Geeker une domínio técnico em Protheus, especialização em Power BI e visão de negócio. Nosso foco é transformar dados em resultados reais, com projetos que fazem sentido para o cliente.

O BI é indicado apenas para grandes empresas?

Não. Pequenas e médias empresas também se beneficiam, pois o BI ajuda a visualizar gargalos e oportunidades sem depender de grandes investimentos.

Quanto tempo leva para ver resultados?

Com um bom planejamento e integração bem feita, em poucas semanas já é possível enxergar insights valiosos e aplicar melhorias que geram impacto direto na operação.

Fale com a Geeker Company

Se você quer descobrir onde sua operação pode ganhar eficiência e como o Power BI pode transformar o seu Protheus em uma ferramenta estratégica de gestão, fale com a gente. Na Geeker Company, cada projeto começa com uma conversa para entender suas dores e metas. A partir disso, construímos juntos soluções sob medida que unem tecnologia, BI e visão de negócio.

Dê o próximo passo rumo a uma gestão mais inteligente.

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Fábio Hayama

Apaixonado por gestão, tecnologia e inovação, Fábio Hayama possui mais de 15 anos de experiência no universo do ERP Protheus, estratégia empresarial e automação de processos.

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